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Viagem Espírita em 1862
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Sinopse

Estas são as palavras endereçadas por Allan Kardec aos espíritas de diversas cidades da França que visitou, numa viagem de 1862. Acolhido calorosamente pelos centros já existentes em todas elas, aproveitou para oferecer uma avaliação da marcha do espiritismo em muitos países, e da progressiva expansão da doutrina, com a fundação de grupos por toda parte e o surgimento de uma quantidade crescente de médiuns.
É um depoimento histórico que registra, no estilo elegante e sereno de Kardec, a esperançosa realidade da rápida difusão do espiritismo naquela época inicial, fazendo prever um futuro planetário para suas verdades; um registro imprescindível que ficou assim documentado.
Kardec inicia tratando de sua resposta às críticas, ataques e objeções ao espiritismo, que se haviam multiplicado paralelamente à sua crescente aceitação.
Continua comentando diversas facetas da doutrina, sua natureza consoladora, seu papel de acelerador da reforma social, sua capacidade de influir na evolução do planeta. A seguir, responde a algumas perguntas que lhe tinham sido encaminhadas, e que diziam respeito sobretudo às objeções e críticas comumente levantadas à doutrina, que Kardec analisa com sua peculiar objetividade, clareza e profundidade.
É um documento histórico dos primórdios do espiritismo, num texto agradável, lúcido e esclarecedor, que coloca luz sobre o cenário desse início memorável.

ISBN: 9786557271421
Edição ou reimpressão: 2023
Idioma: Português
Dimensões: 21 x 14 x 1 cm
Tipo de capa: Capa mole
Nº de páginas: 92
Tipo de produto: Livro
Peso: 143 g
Autor
Allan Kardec

Allan Kardec é o pseudônimo do fundador da Doutrina Espírita. Nascido em Lyon, na França, em 3 de outubro de 1804, com o nome de batismo Denizard Hippolyte Léon Rivail, pertencia a uma família católica que privilegiava a educação, a cultura, a ciência e a moralidade, tendo sido educado, portanto, sob uma atmosfera que facilitou a execução da obra missionária que lhe fora determinada pelo Alto: a de observar, organizar, estudar, sintetizar e compilar ensinamentos ditados pelos Espíritos Superiores, para a propagação das verdades morais sobre a Terra. Desde muito jovem, manifestou grande aptidão pelas áreas de educação e filosofia, o que foi confirmado durante os anos de estudo no instituto de educação suíço dirigido por Pestalozzi, célebre professor que imprimia ao seu sistema de educação a filosofia da austeridade e brandura, ao mesmo tempo. Com ele, Kardec adquiriu as bases sólidas da cultura humanística e pedagógica que possibilitaria mais tarde a edificação de suas obras como educador e, sobretudo, como missionário das novas revelações. “Não sou o inventor nem o criador de nada. Observei e estudei os fatos com cuidado e perseverança; ordenei-os e deduzi-lhes as consequências. Sou apenas um instrumento nas mãos da Providência, e dou graças a Deus e aos bons espíritos que se serviram de mim, o que aceitei com alegria. Esta será a obra de minha vida”, disse ele em relação à sublime tarefa da Codificação. Mas Kardec não trabalhou sozinho; contou com uma equipe de médiuns e colaboradores de boa vontade que o auxiliaram no criterioso método de análise e confirmação das mensagens direcionadas pelos espíritos. E é isso que assegura a legitimidade de suas obras, fazendo delas o farol reluzente em que todos devem guiar-se para evoluir moralmente e construir uma sociedade mais justa e fraterna, a fim de encontrar a felicidade eterna. Kardec desencarnou em 31 de março de 1869, aos 64 anos, em plena atividade literária, deixando publicadas cinco obras básicas, entre elas O Evangelho Segundo o Espiritismo, que pode ser considerada um verdadeiro guia de estudos enviado pelos espíritos benfeitores para a perfeita compreensão das lições ensinadas por Jesus Cristo.

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