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A Alma do Índio
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Sinopse

Charles Alexander Eastman é único entre os escritores índios, sejam eles contadores de histórias ou historiadores. Foi criado tradicionalmente como um sioux das planícies, pela sua avó, de 1858 a 1874, até aos 15 anos. Assim, adquiriu um conhecimento de primeira mão completo sobre os modos de vida, a língua, a cultura e a história dos nativo-americanos.

Em A Alma do Índio, o autor dá vida à espiritualidade e à moralidade dos nativo-americanos, mostrando-nos como era preciosa e bonita a sua existência antes do contacto com os missionários e conquistadores europeus. Esta obra é uma rara expressão da sabedoria nativa, sem os filtros impostos por antropólogos e historiadores.

Ao invés de um tratado científico, Eastman escreveu um livro o mais fiel possível aos seus ensinamentos de infância e ideais ancestrais, mas do ponto de vista humano, não etnológico. As suas exposições sobre as formas de adoração cerimonial e simbólica, as escrituras não escritas e o mundo espiritual enfatizam a qualidade universal e o apelo da essência nativo-americana. Imperdível!

ISBN: 9789899054172
Edição ou reimpressão: 2021
Idioma: Português
Dimensões: 23 x 16 x 1 cm
Tipo de capa: Capa mole
Nº de páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Peso: 163 g
Autor
Charles Alexander Eastman

Eastman foi politicamente ativo, particularmente em matérias sobre os Direitos Indígenas. Ele serviu como lobista por Dacota entre 1894 e 1897. Em 1903, o Presidente Theodore Roosevelt convocou Eastman para trabalhar na divisão das terras indígenas. Em 1923-25, Eastman participou do governo de Calvin Coolidge como um Inspetor Indígena. Ele foi membro do Committee of One Hundred, examinando as instituições federais e ativistas que representavam as nações indígenas. Em 1925, o Bureau of Indian Affairs (Escritório dos Negócios Indígenas) pediu a ele para investigar a morte e o local do funeral de Sacagawea, a nativa índia que acompanhou a Expedição de Lewis & Clark em 1805. Ele determinou que ela morreu em 9 de abril de 1884, na Reserva "Wind River" em Wyoming. Mas historiadores posteriores acreditavam que ela morrera em 1812.

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